SERVIÇO
O QUÊ? Alice no País dos Absurdos
ONDE? Cine Teatro Solar Boa Vista
QUANDO? 21 e 22 de janeiro de 2015
HORAS? 20hs
QUANTO? R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia
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Desde 2008, no dia 16 de março, centenas de grupos em mais de 70 países dos cinco continentes comemoram o Dia Mundial do Teatro do Oprimido. O evento se divide em três momentos, que vão explicitar a diversidade de atuação do Teatro do Oprimido e suas técnicas.
1 - O foco será a apresentação do Teatro do Oprimido, suas técnicas e seu criador. (Vídeos e Bate papo com perguntas e respostas)
2 - O foco é a utilização do Teatro do Oprimido como luta, com apresentação em slide, vídeos e debates com efeitos das técnicas pelo mundo.
3 - Será a aplicação de jogos e técnicas oriundas do Teatro do Oprimido.
Grupos do Brasil e das mais diversas nacionalidades estarão realizando o mesmo evento, que serão compartilhados pela internet, através de mensagens e imagens de suas comemorações.
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O espetáculo faz parte da programação do Verão no SOLAR 40° de Diversão, Cultura e Diversidade, que acontecerá 06/01 e 14/02. Serão 40 dias muita arte para todos os gostos e todas as idades. Teatro, Dança, Performance, Música, Cinema e muito mais.
Desloque o centro, venha pro SOLAR!
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Mulher no Volante Perigo Constante?
Texto de Fábio Marcelo, conta a história de duas amigas (Dole e Amélia) que estão super nervosas porque estão às véspera do teste no Detran para tirar a carteira de habilitação, e num momento de desespero, elas resolvem convidar os namorados (Sandoval e Haroldo) que são motoristas profissionais para dar uma ajuda prática e teórica, mas elas deixaram de ir ao jantar com eles na noite anterior deixando-os à espera.
Vocês vão se divertir muito com as trapalhadas de Haroldo e Sandoval que dão uma desculpa e não comparecem, mas mandam duas amigas especialistas em trânsito para substituí-los (Crotilde e Cremilda), imaginem a trapalhada desses dois se passando por mulheres simplesmente para tentar saber o que as namoradas pensam deles, e o pior, ainda vão zoar com elas ensinando a dirigir..... Será que isso vai dar certo?
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O homem que Casou Com o Veado, A Mulher que Dançou Depois de Morta e Um Homem que so Comia Veado.
São os cordeis adaptados que a Cia de Teatro Solidário de Brota apresenta no Rio Vermelho (mercado dopeixe, Dinha e Cira) e no Imbuí (Quiosques), nas noites de sexta e sabados, alegrando as pessoas que estão nos bares.
Há 3 meses vamos colaborando com a alegria das pessoas, usando a força das artes cênicas com os cordeis de Cuica de Santo Amaro, desenvolvendo as cenas com muita empolgação, se tornando referencia por onde passamos. As pessoas param para assistir a encenação se divertindo e colaborando colocando moedas e notas no Chapeu. E assim, a CTSb vai captando recursos para as suas montagens.
Essas intervenções ja forneceram 2 contratos de apresentações em teatro empresa para a CTSB.
Serviço:
Cordeis de Cuica de Santo Amaro
sextas e sábdos
Mercado do Peixe às 20hs
Largo da Cira às 20:30hs
Largo da Dinha às 21hs
Quiosques do Imbuí às 21:30hs
Elenco: Maryane Ramos, Robson Raycar, Fernanda Vidal, Cleverson Paixão e Gilmar Rocha.
Direção: Fábio Marcelo
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Existe certo preconceito com atores de teatro. Mais especificamente com o tipo de atuação que o teatro exige. São incontáveis às vezes em que vi alguém falar mal da atuação de algum ator de novela ou cinema usando o adjetivo “teatral”. Eu concordo plenamente que uma atuação “teatral” na maioria das vezes não cai bem no cinema ou na televisão. Mas o problema é que isso gera em muitas pessoas a errada noção de que a atuação no teatro não é tão boa quanto em outras mídias, especialmente o cinema.
Isso reflete claramente a falta de costume que a maioria da população tem em ir ao teatro. Muitos realizadores de cinema, especialmente os mais novos, têm preconceito com atores que fazem teatro e muitas vezes evitam escalar esses atores para suas produções, temendo a “atuação teatral”. O que esses realizadores deveriam saber é que o desempenho de um ator depende muito da direção deles.
Já vi atores muito bons ficarem ótimos num filme e péssimos em outro, tudo por causa da direção que lhes foi dada. Se o diretor não aponta as falhas, corta os exageros, ajuda o ator a construir aquele personagem, o resultado pode ser constrangedor. E é quase sempre o ator, que tem sua figura exposta. Por isso acredito que a omissão de um diretor quando vê que um ator pode prejudicar um filme e mais ainda, sua imagem, é um ato de sabotagem. Um ato que chega a ser antiético, como quase toda omissão.
Porque depois que o filme estiver pronto é muito fácil para o diretor apontar como problema a atuação de um ator e elenco, quando o que ele deveria saber é que metade de seu trabalho como diretor é dirigir seus atores. Essa, pelo menos, é minha opinião como diretor Teatral.
Pobre desse diretor, que não sabe o quão maravilhoso é guiar um ator até o ponto em que quer chegar. E triste desse ator que não possui um diretor em quem confiar e a quem admirar.
Por isso digo que “atuação teatral” não deve ser usado de maneira pejorativa, mas sim para designar simplesmente um estilo. Não são todos os atores que conseguem trabalhar bem em todas as mídias. E mesmo que consiga, isso não deve ser visto como algo que faz dele um “ator de verdade”. Há atores de teatro, atores de TV, atores de cinema, atores de rádio. Há alguns que atuam em mais de uma mídia. Há outros que atuam em todas. O que importa é que em cada uma delas ele tenha ciência de suas características próprias.
E principalmente, que seu diretor esteja lá para ajudá-lo.
Fábio Marcelo - Diretor Teatral DRT 3429
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